O futebol é o combustível da paixão e só mesmo incendiando-o é que o clube obterá o retorno esperado tanto nas receitas sociais quanto nas bilheterias.
É preciso, urgentemente, contratar um gestor superintendente para o futebol, deixando Carlos Alberto Lancetta para as tarefas rotineiras _ e depois pelo menos dois jogadores de alto nível técnico.
E para isso não se deve medir sacrifícios, não se deve oferecer migalhas _ é preciso que se mostre a força do Vasco, a pujança do Vasco.
A imagem do departamento de futebol do clube está arranhada e basta uma simples caminhada nas areias da orla carioca para saber como os boleiros (jogadores, técnicos e agentes) vêem a coisa.
E os comentários brotam dali para o mundo _ basta um telefonema, um email, um almoço ou jantar.
Por isso Maurício escolheu o Palmeiras.
Por isso Jaílton e Leandro Amaral preferiam o Fluminense.
Por isso Nadson optou pelo Vitória.
Isso sem falar nas saídas de Wagner Diniz e Madson.
O Estadual poderá até servir como um laboratório para a preparação do time que disputará a Série B.
Mas o resgate da auto-estima dos vascaínos tem de ser feito agora, já! _ antes mesmo de a bola rolar.
Caso contrário, periga o sentimento parar.


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